3 ERROS a Evitar na Relação com o Seu Filho

Muitos pais sentem grandes mudanças na relação com os seus filhos na fase da adolescência.

São muitas as mudanças que ocorrem neste período, onde é previsto que a criança, que se está a transformar num adulto, reclame por mais autonomia, mais independência e que aos poucos se afaste, de forma saudável, dos pais, para procurar novas experiências e novas relações. Assim, é normal e natural que muitos adolescentes comecem a guardar algumas informações só para si, que passem mais tempo de volta dos seus novos interesses, e a investir nas novas amizades que surgem nesta fase.

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Mas isso deixa-o(a) angustiado(a)? Sente-se preocupado(a) com a qualidade destas novas relações que surgem? E o tempo que ele(a) passa sozinho(a) no quarto, põe-lhe os nervos à flor da pele por ele(a) não passar esse tempo em família, verdade?

Muitos pais sentem-se à beira de um ataque de nervos durante a adolescência dos seus filhos, e por vezes, fazem uma má gestão do que sentem em relação ao novo comportamento dos filhos. Muitos pais, quanto mais tentam aproximar-se dos filhos nesta fase, parece que mais distantes ficam! Porquê? 

Porque muitos deles estão a comer 3 erros que prejudicam gravemente a relação pais-adolescente:

1. Falar Mais do que Ouvir o Seu Filho: muitos pais têm tendência em fazer questões em excesso e dão pouco espaço à expressão dos seus filhos. Para alguns pais parece que existe sempre um Porquê?

- Porque é que não sais do teu quarto?

- Porque é que não estás a estudar para o teste de amanhã?

- Porque é que não largas o telemóvel?

Estes e outros “porquês” têm, implicitamente, um dedo acusatório e de culpabilização que atribuído ao adolescente, pois está à partida, a desaprovar as escolhas e o comportamento do seu filho.

Como pode então contornar esta questão? Não invadindo o espaço dele.

Dê-lhe espaço, tempo e sobretudo respeite as suas escolhas.

Em vez de perguntar “porque é que não sais do teu quarto” procure perceber que actividades faz o seu filho durante o tempo em que lá permanece. Explore os seus interesses, que o levam a gastar mais tempo neles do que a estudar, envolva-se genuinamente nos seus passatempos e procure saber mais sobre o seu grupo de amigos. Dê-lhe oportunidade para se expressar, para falar, para partilhar consigo as suas ideias. Durante esse tempo apenas oiça, sem interromper, sem julgar ou criticar.


2. Comparar o Seu Filho com os Outros: é dos erros mais comuns, não há mãe ou pai que não o tenha cometido pelo menos uma vez. Também não há mãe ou pai, que na sua adolescência não tenha passado pelo mesmo processo de comparação. E assim pergunto-lhe, resultou consigo, quando os seus pais o(a) comparavam aos seus amigos? Como é que se sentia?

Este erro é especialmente frequente quando o assunto é ESCOLA… Quando o seu filho trás uma positiva para casa, mas sente que ele poderia ter tirado melhor nota, como reage? Compara-o com os colegas que tiraram melhor nota que ele? Ou compara-o com a expectativa que tem, em relação ao resultado que ele poderia tirar?… Bom, tanto uma como a outra, não contribuem para a motivação do seu filho, nem para a sua auto-estima. Há miúdos que têm de se esforçar imeeensoooo para conseguirem o que conseguem, por isso o mínimo que podemos fazer é elogiar o seu esforço e motivá-lo para que chegue mais longe. 

Assim, qualquer conquista merece ser valorizada e a única comparação que devemos fazer é com ele próprio “vês como conseguiste subir a nota de Inglês? valeu a pena o esforço que fizeste! estou orgulhoso(a) de ti”.


3. Menosprezar a Vida do Seu Filho: este erro terá um impacto grande na construção da identidade do seu filho e na formação da sua autoestima. Um exemplo deste erro é aquele tipo de pensamentos de “é só uma fase, nem vale a pena me chatear”, “quem me dera (pai/mãe) que os meus problemas fossem só esses”, “a única coisa com que tens de te preocupar é com a escola”… e por ai fora…

A adolescência é um turbilhão de mudanças para os seus filhos. A nível hormonal são muitas as alterações, que o fazem sentir uma avalanche de sentimentos e emoções ao longo de um dia, que são difíceis de processar, uma vez que ainda está em fase de maturação e de desenvolvimento cerebral. As exigências escolares também aumentam neste período, novas adaptações, matéria cada vez mais complexa, mudanças de ciclo escolar, etc. As relações transformam-se, há amigos que se afastam, há amigos que se aproximam…

Se para si, que é adulto, é difícil lidar com as mudanças que ocorrem, imagine para o seu filho? Assim, é fundamental ter uma atitude compreensiva e de apoio, evitando menosprezar:

- os estados emocionais do seu filho;

- os seus problemas de vida, que incluem as relações com os amigos, as relações com os membros da família, com os professores, as dificuldades escolares, entre outras;

- os seus interesses e gostos;

- os seus medos, receios e angustias, entre outros…


Reconhece algum destes erros na relação com seu filho?

Mude a sua postura AGORA! Verá que a vossa relação irá melhorar significativamente.

Conte com a minha ajuda ;)

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Como o Desenho contribui para o Desenvolvimento Infantil

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O desenho é a primeira forma de escrita da criança.

A partir dos 2 anos de idade, qualquer criança, perante uma folha e um lápis, terá como acção “rabiscar”, é a chamada Garatuja.

Aos poucos, os riscos dão origem às bolas… são as primeiras representações da figura humana, em parece que somos todos gordos com apenas 3 dedos em cada mão aos olhos da criança. Por volta dos 4 anos, o desenho vai-se aprimorando, a figura humana torna-se mais realista e começam a surgir elementos de natureza, elementos do dia-a-dia: casa, carro e até de representações do quotidiano.

De modo geral, as crianças gostam de desenhar e ao fazê-lo estão a estimular e a consolidar uma série de competências cognitivas, essenciais para o seu desenvolvimento e percurso escolar.

Com uma simples folha branca e alguns lápis coloridos o seu filho está a estimular a criatividade e imaginação, ao mesmo tempo que treina a capacidade de coordenação visuo-motora e de motricidade fina, que serão essenciais no desenvolvimento da escrita e de uma boa caligrafia. O raciocínio lógico e abstrato, fundamental para a matemática, também está em acção, uma vez que a criança terá de planear, organizar o desenho, bem como trabalhar com noções de formas, cores e quantidades. A linguagem e a expressão emocional compõem este “pack de competências”, com a possibilidade de a criança relatar o que desenhou e expressar as suas emoções em papel.

Deixo-lhe 3 dicas para proporcionar momentos divertidos e ricos em desenvolvimento com o seu filho:

- Utilizem materiais variados: canetas, lápis de cor, lápis de cera, tintas e desenhem em vários tipos de superfícies, desde papel normal, cartão, tecido, entre outros;

- Acrescentem elementos: usem papel celofane, serpentinas, colem botões e outros elementos, façam recortes, dêem asas à imaginação;

- O que desenhar?: desenhem sobre o filme que acabaram de assistir, ou sobre o passeio que deram no fim-de-semana… que tal fazerem a representação da família? ou como ele imagina que será o primeiro dia de escola?

Do que esperam? Mãos à obra e assas à criatividade.

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A nossa casa é a nossa primeira escola e é no seio familiar que reside o primeiro ambiente de aprendizagem 🏡👨‍👩‍👧‍👦
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Os pais não são professores, não têm como função ensinar a criança a ler, a escrever ou até mesmo a fazer contas.
A função dos pais...

A nossa casa é a nossa primeira escola e é no seio familiar que reside o primeiro ambiente de aprendizagem 🏡👨‍👩‍👧‍👦
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Os pais não são professores, não têm como função ensinar a criança a ler, a escrever ou até mesmo a fazer contas.

A função dos pais é apenas uma, serem o que já são: Pais! E fazerem uso dos recursos que já têm: Afecto e Sensibilidade! ❤️
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É em casa, no ambiente familiar, que os pais garantem à criança as bases para o percurso escolar, ajudando-as a desenvolverem-se do ponto de vista cognitivo, emocional e social.

Deixo-lhe 3 dicas para ajudar o seu filho a crescer, sem @ sobrecarregar com mais tarefas e sem atrapalhar o dia-a-dia da família.
Vamos a isso?
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👦 Converse com o seu filho sobre os interesses e o dia-a-dia dele (estará a apoiar não só a autoestima como a estimular a linguagem, uma importante base para a leitura e escrita);
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👧 Envolva-o em tarefas do quotidiano (irá fortalecer a autonomia da criança e a sua autoconfiança);
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🧒 Brinquem juntos por uns minutos (a brincadeira estimula a imaginação e a capacidade de abstração, essencial na matemática).
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E aí por casa, que tarefas é que o seu filho mais gosta de fazer consigo? Escreva nos comentários 👇🏻 🤗

E agora, o que vamos fazer? O confinamento pôs-nos numa situação complicada. Fomos testados, as nossas emoções foram postas à prova, as relações transformaram-se. Quase todos experienciamos alguma forma de ansiedade, insegurança e a incerteza...

E agora, o que vamos fazer? O confinamento pôs-nos numa situação complicada. Fomos testados, as nossas emoções foram postas à prova, as relações transformaram-se. Quase todos experienciamos alguma forma de ansiedade, insegurança e a incerteza tirou-nos o sono. Mas e agora? Vamos retomar o dia-a-dia como se nada tivesse acontecido? Como se estes sentimentos pudessem ser guardados numa caixinha fechada a 7 chaves e escondidos para sempre? Ou Vamos aproveitar a oportunidade para crescer? Para explorar o que foi esta experiência, estas emoções e pensamentos e encontrar uma forma de os dominar? As situações de crise são excelentes impulsionadores de mudança, e o seu crescimento pessoal só depende de si e da sua vontade… Agarre a oportunidade 😉 Dra. Ana Filipa Jerónimo Psicóloga Clínica Consultas Online ou Presenciais em: Póvoa de Santa Iria: OmniaClinic Forte da Casa: FortClinic Lisboa: AMSmiling #psicologicamente #psicologiaclinica #psicologia #psicoterapia #medo #insegurança #ansiedade #mudança #covid19 #lisboa #povoadesantairia #fortedacasa #vialonga #omniaclinic #amsmiling #fortclinic
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Vamos dar a Volta ao Mundo? Sim, eu sei, estamos todos em confinamento social… Mas, e se vos disser que não precisam sair de casa e que nesta viagem vamos ganhar imunidade à Covid-19?

Agora sim, parecem interessados! 😃

Então vamos a isso, a minha proposta é que viagem através do jogo A Volta ao Mundo da Imunidade, um jogo desenvolvido para toda a família onde exploram os vossos conhecimentos sobre o tema da Covid-19 e aprendem a manter o equilíbrio emocional durante esta fase de isolamento.

Parece-vos interessante?

O jogo é totalmente GRATUITO e pode ser descarregado aqui 👇🏻

🌍🌎🌏

Este jogo foi pensado e criado por mim, Ana Filipa Jerónimo enquanto Psicóloga Clínica do Psicologicamente, em conjunto com a Sara Santana, também ela Psicóloga Clínica a desempenhar funções de psicóloga júnior numa Comissão de Protecção de Crianças e Jovens, com a colaboração da Raquel de Sousa Mendes da Onnnline Agency.


Espero que se divirtam com este material feito com o ❤️

Há dias que o cansaço se apodera de nós. Só queremos parar para respirar. Dar uma caminhada e relaxar. Precisamos entender que não existem super heróis ou heroínas. Desempenhamos os mais vários papéis. Corremos desalmadamente. Somos os actores e...

Há dias que o cansaço se apodera de nós. Só queremos parar para respirar. Dar uma caminhada e relaxar. Precisamos entender que não existem super heróis ou heroínas. Desempenhamos os mais vários papéis. Corremos desalmadamente. Somos os actores e atrizes principais da nossa vida. Precisamos sonhar. Precisamos viver. Precisamos parar.

É preciso ouvir o nosso coração. Parar, escutar e olhar. É urgente pedir ajuda.

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A vida passa rápido. O tempo não pára. Vamos ajudar.

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São 3H00 da manhã e o sono fugiu, novamente?
Responsabilidades, tarefas diárias, presenças obrigatórias, dar atenção a tudo e a todos, em cenários diários, capazes de “tirar o fôlego”?
Sabe o que lhe está a fazer mal? Maus ambiente profissional?...

São 3H00 da manhã e o sono fugiu, novamente?

Responsabilidades, tarefas diárias, presenças obrigatórias, dar atenção a tudo e a todos, em cenários diários, capazes de “tirar o fôlego”?

Sabe o que lhe está a fazer mal? Maus ambiente profissional? Cansaço extremo? Stress? Exigências atrás de exigências?

Pessoas tóxicas intoxicam os outros. Cegam as vítimas com o seu negativismo e pessimismo. Manipulam, assustam e acomodam-se.

Não permita que lhe roubem o sono, a alegria ou a vontade de viver!

Se não pode fugir, não pode desaparecer e ainda não ganhou o Euromilhões. Não pode deixar de trabalhar! E não dá para acabar essa relação. Está na altura de mudar. Está na altura de tomar decisões.

Aprenda a gerir as suas emoções. Aprenda a identificar tóxicos e a repeli-los para bem longe. Rir é obrigatório, dormir é essencial. Viver é mandatório.

Estratégia. Prática. Ação. Fale connosco:
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Qual o preso das palavras e pensamentos negativos na sua vida?
Não pode controlar o que os outros pensam ou falam de si. Mas será que consegue controlar o que fala e pensa de si?
Estima-se que a população global chegou a 7,6 bilhões, em outubro de...

Qual o preso das palavras e pensamentos negativos na sua vida?

Não pode controlar o que os outros pensam ou falam de si. Mas será que consegue controlar o que fala e pensa de si?


Estima-se que a população global chegou a 7,6 bilhões, em outubro de 2017 e a cada segundo que passa somos mais.


A vida, por si só é uma correria e o tempo não pára por ninguém.


Mas afinal o que desencadeia esse mau estar, essa depressão ou ansiedade?


Os eventos marcantes da vida marcam e existem “n” situações que levam a um desgaste profundo. Uma doença, um mau ambiente ou má convivência, as discussões frequentes e acaloradas.


A impossibilidade de trabalhar. A chantagem emocional, as alterações hormonais. O choro constante. O cansaço excessivo. O pessimismo diário. A irritação e a falta de esperança no futuro consomem, entre tantas variáveis.

No entanto, o presente é um presente.

Pense ativo, pense positivo.
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